
É impossível não começar esta lista com um museu que se tornou a imagem do Polanco contemporâneo, não apenas pelas suas exposições, o design do Museo Soumaya é uma ode à arquitetura moderna. Criado pelo mexicano Fernando Romo e inaugurado em 2011, este museu possui uma coleção de peças mexicanas que datam do vice-reinado, peças do impressionismo francês e de outras partes da Europa.
Este museu é relativamente jovem em comparação com outros, já que sua abertura foi em 2013; porém, em muito pouco tempo se consolidou como um nicho de arte contemporânea para a Cidade do México. Este recinto abriga exposições de artistas como Martin Creed e Rodrigo Hernández, criadores que experimentam com diferentes correntes e suportes: Creed brinca com a arte conceitual e toques surrealistas, enquanto Rodrigo Hernández se concentra em escultura e temas como design, arte e moda.
Mas não é só a modernidade que tem lugar aqui, pois também foram apresentadas obras de autores como Andy Warhol, Alexander Carrel, John Baldessari, entre outros artistas que conseguiram se posicionar como os maiores expoentes de arte moderna.
O Museo Jumex apresenta uma oportunidade diferente de ver a arte, já que suas exposições costumam ser fora do convencional e buscam trazer um olhar inovador para artistas emergentes e artistas reconhecidos.
Endereço: Blvd. Miguel de Cervantes Saavedra 303 da colônia Granada.
O nome deste museu diz tudo: é um dos espaços culturais com maior representação de arte da Cidade do México, pois não apenas leva o nome de um dos artistas e muralistas mais representativos do século XX, como também é um espaço cuja principal ocupação é aproximar a comunidade da arte nacional e internacional.
A particularidade deste recinto é a maneira como se abre caminho na arte moderna, mas ao mesmo tempo mantém um pé na arte contemporânea. Possui exposições que se atrevem a mostrar algo diferente como performance ou mostras interativas para criar um vínculo entre o público e o artista.
O principal atrativo é a exposição de obras de Olga e Rufino Tamayo, que mostra o legado dos artistas à pintura mexicana. Tamayo é um dos muralistas mais reconhecidos na arte por capturar "a tradição mexicana", como ele mesmo se referia ao seu trabalho, e se afastar da mensagem política e da crítica social que era tema recorrente na pintura do século XX.
Por sua vez, Olga Tamayo, esposa de Rufino Tamayo, se encarregou de recolher fotos, recortes de jornais, revistas, documentos e filmes para preservar a memória e o trabalho do muralista e é o que atualmente apresenta como acervo este museu.
Endereço: Avenida Paseo de la Reforma 51, entre os limites de Polanco e Chapultepec.
Este museu é uma visita obrigatória para todo viajante que chega a Polanco, pois é um lugar cheio de história e cultura do México pré-hispânico. Possui vestígios, artefatos, monólitos e códices que se conservam de maneira impressionante.
O museu em si é uma obra de arte, pois a fonte de Tláloc, o Deus da chuva, é a primeira a te fazer saber que você chegou ao recinto do México antigo. Mas não é só o monólito que faz alusão ao México pré-hispânico, já que a construção deste museu se baseou no uso de pedra para fazer referência às antigas pirâmides astecas.
Como se isso não fosse suficiente, no centro do museu está localizada uma fonte de 82 metros que simula ser um guarda-chuva e do qual cai água como se fosse uma cascata. Este design é baseado em uma ideia do escritor mexicano Jaime Torres Bodet e foi realizado pelos irmãos Chávez Morado.
Endereço: Av. Paseo de la Reforma e Calzada Ghandi S/N Col. Chapultepec, Polanco
Então, se você quer se imergir na cultura mexicana e não apenas nacional, Polanco é uma das melhores opções e sua ampla variedade nos mostra como Polanco se tornou um ponto de intercâmbio de ideias, correntes e expressões artísticas.
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